Atendimento em São Paulo Capital e Grande SP

Equipamento queimado por falha da rede elétrica? Você pode ter direito ao ressarcimento.

Laudo técnico de nexo causal que comprova que o dano veio da rede da concessionária. Serve para o pedido de ressarcimento junto à distribuidora e para a ação judicial quando ela nega.

A primeira conversa não tem custo. Você recebe uma avaliação de viabilidade do caso antes de contratar qualquer coisa.
Técnico em eletrotécnica com registro no CFT
Laudo fundamentado na NBR 5410 e na Resolução 1.000/2021 da ANEEL
Medição em campo, termografia e registro fotográfico
Atendimento em São Paulo e Grande SP
Isso aconteceu com você?

As situações que atendemos

Aparelhos queimaram depois de uma queda de energia.

A geladeira parou, o computador não liga mais, a TV queimou no mesmo dia. Danos simultâneos em equipamentos diferentes são o sinal mais claro de perturbação na rede.

Prejuízo depois de raio ou de fio de neutro rompido.

São as duas falhas que mais destroem equipamento e as duas que a distribuidora mais contesta. As duas deixam marca técnica reconhecível no equipamento, e é isso que o laudo mostra.

Comércio parado e máquina queimada.

Quando o prejuízo não é só o equipamento, mas os dias de operação perdidos, o caminho administrativo não resolve. Aí a discussão é judicial, e o laudo é a prova central.

Seguradora pedindo comprovação.

A seguradora precisa atribuir a causa do sinistro. Sem laudo de nexo causal, o sinistro trava ou é indenizado a menor.

O que está em jogo

A negativa quase nunca é burocrática. É uma disputa técnica.

A distribuidora tem um conjunto pequeno de argumentos e repete os mesmos em quase todos os casos. Quando não existe documento técnico do outro lado, a negativa passa sem contestação. Quando existe, ela precisa responder com prova.

Alegação da concessionária
“Não houve falha na rede naquele dia e horário.”
Resposta técnica: A resposta vem do cruzamento entre o relato, os registros de perturbação da própria distribuidora e a assinatura do dano no equipamento. Sobretensão deixa padrão de queima diferente de subtensão, e diferente de descarga atmosférica.
Alegação da concessionária
“O equipamento já estava danificado ou fora de especificação.”
Resposta técnica: A análise do componente queimado e da compatibilidade entre o equipamento e a instalação interna responde isso. É o ponto em que a maioria dos pedidos cai por falta de documentação.
Alegação da concessionária
“Não existe nexo entre a falha e o defeito apresentado.”
Resposta técnica: É exatamente o que o laudo de nexo causal constrói. Sem ele, esse argumento fica de pé.
Alegação da concessionária
“Não foi comprovada a titularidade ou a data do dano.”
Resposta técnica: Aqui a resposta é documental, e o laudo entra junto com nota fiscal, ordem de serviço e registro do chamado.
Documento técnico bem fundamentado não garante resultado, mas muda a posição da negociação. Sem documento, a negativa é definitiva por falta de contraditório.
A entrega

O que o laudo técnico comprova

O laudo não é um relatório de opinião. Ele mede, registra e conclui. Cada item abaixo existe para responder uma alegação específica da distribuidora.

Causa provável do dano: sobretensão, subtensão, descarga atmosférica ou rompimento de neutro, com a assinatura elétrica que caracteriza cada uma.
Compatibilidade entre a falha e o dano: a análise do componente queimado mostra se o defeito é compatível com perturbação da rede ou com falha interna do próprio equipamento.
Avaliação da instalação interna: aterramento, proteção por DPS, DR e disjuntores, com conformidade verificada pela NBR 5410.
Exclusão de causas internas: é o item que antecipa a principal alegação da concessionária, e é o que mais pesa na decisão.
Registro fotográfico e termográfico: documentação visual com memorial descritivo, datada e assinada.
Parecer conclusivo: a conclusão sobre existência ou não de nexo causal entre a perturbação da rede e o dano.

Quando a análise conclui que a causa foi interna, você fica sabendo antes de gastar com um pedido que não vai prosperar. Isso também é parte do serviço.

Como resolver

Existem dois caminhos, e a escolha muda o que você recebe

Via Rápida

Caminho administrativo (junto à distribuidora)

Você pede o ressarcimento direto à concessionária. O prazo para pedir é de até 5 anos a partir da data do dano. Se o pedido for feito em até 90 dias desse evento, vale o rito simplificado: a distribuidora tem 10 dias para vistoriar, 15 dias após a vistoria para dar a resposta e 20 dias para pagar, consertar ou substituir o equipamento.

Limite importante: esse caminho cobre o equipamento danificado. Ele não cobre o reparo da instalação elétrica interna nem o prejuízo pela parada do negócio.
Reparação Integral

Caminho judicial (ação contra a concessionária)

Quando a distribuidora nega, quando o prejuízo passa do valor do equipamento ou quando há dano na instalação interna, a discussão vai para a Justiça. Aqui entram o reparo da instalação, os lucros cessantes de um comércio parado e as perdas que o processo administrativo não alcança.

Na prática, a maioria dos casos começa pelo administrativo e só vai para o judicial quando a negativa é tecnicamente injustificada. Um laudo bem construído serve para os dois, e é por isso que ele precisa ser feito pensando na contestação, não apenas na descrição do dano.
Resultado

O que acontece na prática

“OnEletric foi muito atencioso no atendimento, em junho a Enel queimou meu PC e graças ao laudo e perícia deles conseguimos que a empresa de energia arcasse com os custos de reparo. Indico para todos!”

Cliente residencial, ressarcimento junto à Enel
Etapas

Do primeiro contato ao laudo em mãos

1

Análise de viabilidade

Você envia o relato, a data aproximada, a lista de equipamentos afetados e o histórico do chamado na distribuidora. A partir disso avaliamos se o caso tem base técnica e qual caminho faz sentido.

2

Vistoria técnica

Inspeção no local com medições elétricas, termografia e registro fotográfico da instalação e dos equipamentos afetados.

3

Elaboração do laudo

Análise do componente danificado, cruzamento com os dados de campo e fundamentação normativa, com conclusão sobre nexo causal.

4

Entrega e orientação

Laudo assinado com registro profissional, mais a orientação sobre como protocolar o pedido na distribuidora ou como usar o documento no processo.

Quem atendemos

Soluções periciais sob medida para cada necessidade

Residências.

Quem perdeu eletrodoméstico ou eletrônico e não sabe se tem direito nem como comprovar.

Comércios e pequenas indústrias.

Quem perdeu equipamento e operação, com prejuízo maior do que o valor do aparelho.

Seguradoras e reguladores de sinistro.

Quem precisa de laudo independente para atribuir causa em sinistro elétrico.

Condomínios.

Quem teve dano em equipamento de área comum e precisa dividir responsabilidade entre concessionária, instalação e manutenção.

Dúvidas Frequentes

Perguntas frequentes sobre o ressarcimento

O prazo para pedir é de até 5 anos a partir da data provável do dano elétrico. Existe, porém, uma diferença prática importante: pedidos feitos em até 90 dias seguem o rito simplificado, com prazo total de 45 dias para a distribuidora responder e pagar. Depois dos 90 dias o pedido continua válido, mas o processo fica mais longo e a discussão técnica fica mais exigente.
Não necessariamente. O caminho administrativo, feito direto na distribuidora, resolve boa parte dos casos. A Justiça entra quando há negativa, quando o prejuízo vai além do equipamento ou quando existe dano na instalação interna.
Sim, e é uma das situações mais comuns que recebemos. A negativa administrativa costuma vir sem contraditório técnico. Com laudo fundamentado, é possível reabrir a discussão ou levar o caso ao Judiciário com prova documental.
Depende do escopo: quantidade de equipamentos, complexidade da instalação e necessidade de análise em laboratório. O valor é apresentado depois da avaliação inicial, com escopo fechado, antes de qualquer contratação.
Não. O nosso trabalho é produzir a prova técnica que sustenta o pedido. O ressarcimento, o conserto ou a substituição são decididos pela distribuidora ou pelo juízo, com base na documentação.
Serve. O laudo de nexo causal é usado tanto no pedido contra a concessionária quanto na regulação de sinistro junto à seguradora, quando a causa do dano precisa ser atribuída.
Em média de 3 a 7 dias úteis após a vistoria de campo, dependendo da complexidade e da necessidade de análise complementar.
Atendemos São Paulo capital e toda a Grande SP.
Avaliação Técnica Inicial

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